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Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. 

Em discurso, senador Otto Alencar (PSD-BA). 

Foto: Pedro França/Agência Senado
Data: setembro, 2015Imprimir

O senador Otto Alencar (PSD-BA) participou, nesta quarta-feira (2/9), da sessão temática para debater o financiamento das Santas Casas de Misericórdia. Ele defendeu mais recursos para saúde, uma assistência pública e de boa qualidade.

No plenário do Senado, Otto Alencar, homenageou também as Obras Sociais Irmã Dulce. Ele lembrou  que foi médico residente e médico voluntário do hospital. Segundo o senador, na Bahia, 80% do povo depende do SUS. A superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, participou da sessão. No dia anterior da sessão temática ela visitou o gabinete do senador.

Em sua fala, Otto Alencar elogiou o importante trabalho da entidade. Confira a íntegra do pronunciamento do senador:

Financiamento – Representantes de bancos públicos participam da sessão temática do Senado. O diretor Projetos Sociais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Henrique Ferreira, informou que vai estudar a proposta apresentada pelo setor de refinanciamento de suas linhas de crédito.

Ferreira informou que o banco estuda uma reestruturação das linhas, reajustando o repasse anual de R$ 1 bilhão para R$ 2,5 bilhões por ano, a taxas de juros mais vantajosas. O gestor garante que a instituição considera as santas casas como um setor “do mais alto mérito” no país. Ele apresentou, contudo, as dificuldades para a renegociação.

“Também somos obrigados a seguir as regras do Banco Central quanto às análises de risco de crédito. O setor apresenta uma dificuldade em seus planos de reestruturação no que tange a receitas e custos.

Ferreira garante que a proposta apresentada pelas santas casas, de uma linha emergencial de R$ 21,5 bilhões a taxas de 0,5% ao ano, será estudada. Ele sugeriu também a participação da Caixa Econômica Federal nesse plano e a abertura de parcerias público-privadas (PPs) na área. O gestor informou que as dificuldades de renegociação abrangem todos os hospitais filantrópicos.

 

 

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